Little Seed

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http://ricjo.org/1958-revision-v1/

Órbita a Plutão Anão, numa BMX. Com o E.T.

Casa vazia, tempo nas mãos. Um luxo nos dias que correm. Um luxo ao qual já não estou habituado – e nem convém habituar, visto ser apenas um pequeno devaneio naquela que é uma rotina bem oleada de uma jovem família (a resumir já de seguida).

Por entre esses minutos a mais com que o meu dia foi abençoado, tive a oportunidade de ver e beber o Stranger Things – qual love letter a todos aqueles filmes que fazem parte do meu imaginário infantil da década de oitenta e pelos quais nutro imenso carinho. E tive tempo de me re-inspirar naquele mundo de neons, BMX e sintetizadores. God damn.

Tive também oportunidade de voltar a tirar o pó a Plutão Anão, a fazê-lo rodar pela segunda vez em dois anos. O resultado está aqui. O cartaz, qual eighties movie, está ali. Façam boa viagem.

http://ricjo.org/blog/2016/12/20/2899-revision-v1/

Documentários Audio BBC

É assim que se faz a coisa. A BBC Radio 4 está a disponibilizar o seu back-catalogue de imensos documentários / reportagens de música produzidos ao longo dos últimos cinquenta anos. Podem ser todos encontrados neste link, embora não tenha a certeza de que estejam disponíveis a IPs localizados fora do Reino Unido. De qualquer das formas, como taster, deixo aqui uma cópia do documentário ‘For One Night Only – The Who, Live At Leeds’ do meu servidor, portanto disponível a qualquer pessoa em Portugal. Se por ventura alguém estiver interessado em escutar qualquer um dos outros episódios e não o poder fazer via Portugal, contactem-me que terei todo o prazer em disponibilizar um programa.

[ficheiro entretanto removido. caso o queiram, contactem-me]

O documentário em cima dos The Who é um trabalho quase perfeito de reportagem da BBC – tem todos os elementos necessários: perspectiva dos organizadores do evento, perspectiva de quem assistiu ao concerto dos The Who, perspectiva daqueles que embora não estando no concerto em si, estavam nas imediações do local (nalguns casos literalmente em cima do local) e que tinham um papel activo na sociedade jovem daquele tempo, perspectiva de Pete Townhsend himself (guitarrista da banda) e, finalmente, um sem-número de informações até então desconhecidos que complementam a história e o mito. Mas melhor do que tentar descrever, é mesmo escutar o programa. E escutar o álbum que o concerto originou. É um sublime, sublime, sublime álbum ao vivo – ‘The Who – Live at Leeds’.

http://ricjo.org/2408-revision-v1/

Going Down

Por mais que gostasse, o meu modo de vida actual não me permite alimentar este meu site apenas com o produto de devaneios hobísticos meus. Virá o dia, creio. Mas não é para já. E assim sendo, passarei a picar o ponto aqui de forma mais regular com hobbies e modos de vida de outros que inspiram o meu dia-a-dia. Tudo tagado apenas com ‘Blog’.

Tudo isto polvilhado ainda com alguns dos meus afazeres pessoais.

http://ricjo.org/2354-revision-v1/

Pouca terra

Não sei porque será, mas desde que fui viver para Portugal, passei a ter um certo fascínio por comboios. Não sou um aficionado que tudo sobre eles saiba. Nem colecciono livros ou modelos de comboios. Creio que o que me fascina mesmo é o que o comboio representa, mais do que o comboio em si. A verdade é que vivendo numa cidade do tamanho e com a localização de Ourém, o comboio é uma parte essencial do modo de vida. Foi no comboio que vivi uma das actividades escutistas que mais me marcaram. Era de comboio que se ia e vinha da Expo’98 em Lisboa. De comboio aventurei para férias de verão mais os amigos de guerra. De comboio viajava-se até Coimbra para se ir adiar a tropa. De comboio fiz milhares de quilómetros rumo a e de regresso a Braga. De comboio viajei até inúmeros outras cidades universitárias para conhecer os mundos personalizados dos colegas do liceu, agora graúdos caloiros. De comboio fui a Vila Real jantar – apenas alguns exemplos de boas memórias associados a este veículo público.

Não de comboio, mas quase, ainda tenho o desejo de caminhar e pernoitar pela defunta e – em breve – desaparecida linha do Tua, por exemplo. E mais exemplos há que agora para aqui não interessam listar. Isto tudo para introduzir o vídeo merdoso que publico hoje. Um vídeo feito totalmente num momento instantâneo e não preparado, mas apenas porque tenho a felicidade de ter a casa dos meus sogros próxima à linha da Beira Interior, ali mesmo colado ao Tejo que geralmente vai cheio. Ali passam passageiros e mercadoria, incluindo o carvão que acabará dali a pouco por ser queimado de maneira a iluminar as nossas casas, no Pego. E porque quis o acaso que passasse este grande bicho precisamente quando eu ali estava provido de máquina (mas não de micro), cá fica publicado o registo. A tremedeira toda, essa é fruto da mia ufa que senti.

Comboio Rossio ao Sul do Tejo from Ricjo.org.

http://ricjo.org/2347-revision-v1/