Há certos registos, que por muito bons que sejam, que por muitos boas recordações que tragam e que por muitos sorrisos que trariam a quem os ouvisse, são destinados a ficarem unicamente entre aqueles que os produziram. Este é um desses casos. Mas não podia deixar passar este registo completamente despercebido e sem uma menção por aqui. E, de certa forma, pecaria ao não partilhar um segundo que fosse desse mesmo registo. E assim sendo, fica aqui feito esse mesmo exercício: um toque – apenas ao de leve – daquela que foi uma tarde especial, cumprindo após longos anos de espera uma profecia há muito anunciado. Porque o genuíno quando o é, tolera-se e admira-se. O resto, será para mais tarde recordar. De forma privada.
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